5 de setembro de 2012

Kimi Raikkonen planeja lutar pela primeira vitória no GP da Itália

SuperEsportes

Apesar da longa carreira na Fórmula 1 e uma passagem vitoriosa pela Ferrari, o finlandês Kimi Raikkonen ainda busca a primeira vitória no Grande Prêmio da Itália, casa da escuderia vermelha que contará com grande apoio dos fanáticos torcedores locais. Mesmo pela Lotus, o piloto quer a vitória e acredita no apoio dos torcedores para conseguir o feito inédito em Monza.

"Por uma razão ou outra, as coisas não deram certo para mim. Mesmo assim, isso não significa que eu não possa ir bem. Só porque eu não ganhei em um circuito no passado, não significa que não possa vencer ou conseguir um bom resultado no futuro. Esperamos ter uma chance de lutar pela vitória desta vez”, projetou.

Foram nove participações no circuito italiano e o melhor resultado foi conquistado em 2006, quando o finlandês foi o segundo colocado. Na época, Raikkonen defendia a escuderia McLaren.

Em busca do feito inédito em sua carreira, o representante da Lotus acredita que terá um apoio das arquibancadas, ao menos de parte dos torcedores.

“Espero que eles ainda gostem de me ver lá, mesmo com a chance de estar à frente de uma Ferrari. Estou realmente ansioso para ver todos os fãs e eu acho que vai ser uma sensação muito especial conseguir um pódio com a Lotus”, destacou.

LOTUS DESCARTA ESTREIA DE NOVO DUTO AERODINÂMICO ANTES DE SUZUKA

Tazio

O diretor técnico da Lotus, James Allison, descartou a possibilidade de o time estrear sua versão do duto auxiliar à asa móvel antes do GP do Japão, 15ª etapa do calendário, marcado para 7 de outubro.

A equipe testou o dispositivo durante os treinos livres em Hockenheim e Hungaroring, planejando usá-lo em corrida pela primeira vez no fim de semana passado, na Bélgica. Contudo, as fortes pancadas de chuva que caíram durante a sexta-feira encurtaram drasticamente o tempo útil das práticas e a escuderia optou por fazer a prova com a configuração original de sua asa traseira.

De acordo com Allison, as características peculiares dos circuitos de Monza e Marina Bay, que recebem as próximas etapas (GPs da Itália e de Cingapura), impossibilitam o duto de ser usado nessas rodadas. “Embora quiséssemos utilizá-lo em Monza – porque é o estilo de circuito que requer esse tipo de coisa -, nosso dispositivo da asa móvel não está configurado para lidar com o nível de pressão aerodinâmica daquela pista”, explicou o diretor.

“Por isso, [o seu uso] nem está em pauta. Em Cingapura, vocês também não vão vê-lo, porque é um circuito muito travado e com retas curtas demais para que valha a pena. O duto só deve ser visto agora em Suzuka”, previu.

Sem o artifício, que incrementa a velocidade final em reta – no caso do sistema criado pela Lotus, isso acontece mesmo sem o acionamento do DRS -, a equipe aurinegra sofreu nos longos trechos de aceleração plena de Spa-Francorchamps, tregistrando as menores médias de velocidade final.

Mesmo com cinco adversários diretos fora do páreo logo na largada, graças ao acidente múltiplo provocado pelo companheiro Romain Grosjean, Kimi Raikkonen nada pôde conquistar além de um terceiro lugar, em uma pista na qual já havia vencido quatro vezes.

“Ainda temos algumas atualizações interessantes no gatilho e elas serão implantadas no decorrer deste ano. A esta altura, o time geralmente começa a focar quase que de forma total no próximo modelo. Este não será o caso neste ano, porque vamos desenvolver o E20 até a última corrida, sem comprometer o projeto do E21″, garantiu o chefe da Lotus, Éric Boullier.

2 de setembro de 2012

Video: Entrevista após corrida - Kimi Raikkonen SPA 2012

A entrevista começa em 03:47:

Fotos: Kimi Raikkonen em SPA 2012 - Corrida

















































Comentários de Kimi Raikkonen após Corrida - SPA 2012

Kimi Raikkonen, 3º colocado: Tive uma largada muito boa, similar a de Jenson (Button), e passei uma Sauber. Vi muita ação pelos retrovisores, mas felizmente saí ileso. Infelizmente, não tivemos ritmo hoje. O meu carro não estava ótimo em todo o fim de semana, e não foi possível encontrar uma configuração competitiva. Com pneus novos estava tudo bem, mas nós tivemos que usar muito downforce para evitar escorregadas. Isso significou que estávamos muito lentos em reta. Você pode perceber pela minha batalha com o Michael (Schumacher). Cada vez que eu passava por ele, eu recebia o troco na reta. A minha única chance era aproveitar uma lacuna na curva Eau Rouge. Felizmente valeu a pena e eu consegui ficar à frente dele no momento. Nós não tínhamos ritmo hoje e não foi uma corrida fácil, então o terceiro lugar não foi tão ruim. (Fonte: AutoRacing)
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